Penso, as vezes, que não tenho sentimentos. hoje meu gato sumiu, ele está comigo a mais de 15 anos e é o meu xodó. Hoje quando sai deixei ele dentro de casa. Quando voltei havia sumido, procurei em todos os lugares e não o achei. Fiz o que pude e me sinto impotente. É melhor se sentir impotente do que não fazer nada. Ficar triste, agora, adianta? Nada está determinado, voltar é uma das infinitas possibilidades.
Divagando
domingo, 12 de julho de 2026
quinta-feira, 22 de junho de 2017
QUANDO SE PERDE O CONTATO COM A TORRE
Tem um matéria na BBC (http://www.bbc.com/portuguese/geral-40309307) em que Stephen Hawking faz uma apelo para que o homem volte a lua para
o bem da humanidade. As razões para isso ser um bem são:
1-
Unir os países em torno de um objetivo comum, com
um “novo propósito” Como em 1960. Corrida espacial, unir? Claro que com tudo
que ocorre no mundo hoje como a nova onda de direita, a guerra na Síria, a
fome, a injustiça, a corrupção, o ódio, tudo que nos falta mesmo é uma boa ida para
a lua para nos entreter porque a realidade é realmente insuportável.
2- Devemos sair logo deste planeta, pois não temos
mais espaço nem recursos. ( Ainda temos como consertar)
3-
Podemos sofrer outro impacto de asteroides (Isso
é da vida, não?).
Ai eu fico pensando que ele é uma pessoa muito respeitada,
inteligente e tal, mas que esse tipo de pronunciamento demonstra claramente que
as suas ideias perderam a conexão com a realidade. Sim.
Precisamos de entretenimento de acordo com Stephen, precisamos
torcer para que o homem conquiste novos planetas porque este está pequeno. Encontrar
outro planeta para explorar é a
esperança do capitalismo, é o seu desespero, pois precisa eternamente se
expandir para se manter e sabemos que os recursos naturais, a matéria prima em
breve se esgotarão. Então esse desespero
se materializa nessa ideia. Só que penso ainda que mesmo dentro deste
pensamento capitalista tudo tem limite porque olha só Sr. Stephen:
Estamos vivendo um momento em que não precisa o homem ir a
lua para que nos alienemos e nem isso vai unir nações em objetivo comum. Porque
já somos alienados ao capital e os países estão já todos reunidos em torno de
um mesmo ideal que é o capital. Estamos contentes com as lindas imagens de
Saturno e passamos horas olhando as fotos da NASA, mesmo com o mundo desabando
aqui dentro. Stephen está tudo bem é
você quem está por fora, planejamos ir a Marte, na lua parece que não tem nada,
Sr. Stephen, sabe, somos capitalistas e precisamos estar sempre inovando. Beijos
de Luz.
sábado, 20 de maio de 2017
Olá, voltei cheia de assunto! E hoje vamos falar
sobre:
O
Editorial Globo pedindo a renúncia do Temer:
https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial-renuncia-do-presidente-21365443
Vou ser bem
direta, trata-se de alguns recortes do texto acima e o que eu penso sobre. É
bem simples, a intenção aqui é fazer desta postagem uma reflexão terapêutica,
um bota pra fora bem de leve. Vamos lá, adentremos ao texto, lá está escrito
assim:
“Este jornal apoiou desde o primeiro
instante o projeto reformista do presidente Michel Temer. Acreditou e acredita
que, mais do que dele, o projeto é dos brasileiros, porque somente ele fará o
Brasil encontrar o caminho do crescimento, fundamental para o bem-estar de
todos os brasileiros. As reformas são essenciais para conduzir o país para a
estabilidade política, para a paz social e para o normal funcionamento de
nossas instituições. Tal projeto fará o país chegar a 2018 maduro para fazer a
escolha do futuro presidente do país num ambiente de normalidade política e
econômica.”
Verdade, só que as eleições já
tinham acabado e o projeto reformista de Michel não foi o projeto que o elegeu.
O projeto de governo eleito pela maioria dos Brasileiros, de acordo com o
resultado das urnas, foi o projeto de Dilma o projeto do PT, que foi apresentado
na campanha, que estava legitimamente colocado e que deveria ter sido
continuado. Pois sim, claro, quem elegeu Dilma elegeu Temer para vice é, mas
antes de tudo elegeram o projeto representado pela chapa desses candidatos e
não o projeto Uma Ponte para o Futuro que é de Michel e não concorreu na
eleição. Então suponho que não podem estar falando em nome do povo, ou não
entendem a linguagem das urnas. Ou entendem, mas acham que sua opinião deve ser
imposta, que sua opinião anula os votos porque é melhor, porque nós não sabemos
votar, tanto que dizem que “somente o projeto, ilegítimo, fará o Brasil
encontrar o rumo do crescimento”.
Então fico pensando...
“Nenhum cidadão, cônscio das obrigações da
cidadania, pode deixar de reconhecer que o presidente perdeu as condições
morais, éticas, políticas e administrativas para continuar governando o Brasil.”
Ai fico pensando de novo: Será que
eles acreditavam que ele tinha essas condições depois daquela carta? E será que
eles próprios pensaram em ética, em moral e na própria política quando apoiaram
o decorativo? Será que eles pensaram na maioria dos cidadãos cônscios das
obrigações da cidadania que votaram em Dilma quando resolveram derrubar o
projeto eleito e apoiar o ilegítimo projeto reformista? Se o povo quisesse um
projeto reformista como a “Ponte” poderia ter elegido o Aécio ou a Marina e não
foi o que aconteceu.
“Só um governo com condições morais e
éticas pode levá-lo adiante. Quanto mais rapidamente esse novo governo estiver
instalado, de acordo com o que determina a Constituição, tanto melhor.”
O cidadão cônscio pergunta porque o
seu voto não foi respeitado? Porque ele votou em um projeto que estava trazendo
bem estar a grande parte dos Brasileiros. O cidadão cônscio votou em um projeto
e em uma pessoa para tocar esse projeto também, votou em Dilma que até agora
parece ser a pessoa mais injustiçada da história, pois não existe absolutamente
nada contra ela. Ao contrário, podemos ver nas delações que ela evitava os
corruptos. Ah mas ela sabia! Até a Xuxa sabia, meu gato sabia, eu sabia, todos
vocês sabiam: a corrupção existe em todos os meios. Uma coisa é saber,
outra coisa é participar. E outra é claro que ela sabia, tanto que foi ela que
mandou investigar, e incomodou tanto que a Graça virou desgraça, lembram? Pois
é... E dai agora depois de toda essa loucura, querem falar mal do Tender? Ah
por favor cidadãos de bem, respeitem o cidadão cônscio!
Ai é isso!
Observação: Sou muito ruim em dar opinião,
mas pior ainda em edição! Grata.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Sobre Humanos
RESUMO
Este
trabalho tem como objetivo falar sobre consumismo e as necessidades humanas
dentro do contexto cultural de mundo globalizado em que vivemos e o quanto isso
promete e ao mesmo tempo influencia negativamente para felicidade ou satisfação
pessoal das pessoas.
Palavras chave – CONSUMISMO – GLOBALIZAÇÃO
– CULTURA – INDIVIDUALISMO
O
ser humano tem necessidades, do corpo, necessidades sociais, necessidade de
reconhecimento, necessidade de auto realização e também tem necessidades
espirituais. As necessidades que se supridas deixam os humanos mais satisfeitos
são as necessidades sociais que é a necessidade de pertencer a um grupo, ter
relações de afeto com outros humanos, a necessidade de ser reconhecido neste
grupo, a necessidade da experiência mística que proporcione um sentido para a
vida, uma filosofia da alma que o oriente.
A
necessidade dos humanos vem sempre sendo as mesmas, e muitos humanos tem
consciência disso, pois são feitos muitos estudos a respeito do comportamento
humano e sobre as necessidades vitais para a satisfação e o bem-estar do
humano. Já se sabe por exemplo através
de pesquisas que os humanos mais consumistas, são mais ansiosos, inseguros,
infelizes... Começo falando em humanos e sigo falando em consumismo, porque
hoje, nós humanos vivemos uma “sociedade do consumo”, onde todas aquelas
necessidades que falei no início são usadas para nos vender alguma coisa que
promete ser uma ponte para nos unir as nossas necessidades e acabar com os
nossos problemas. Se o humano precisa estar em paz, contemplar a natureza, há
propagandas de tevê com belas paisagens e pessoas em posição contemplativa. Se
o pobre humano é solitário, anônimo, de difícil convívio social e baixa auto-estima,
para ele tem as redes sociais, os sites de relacionamento, onde ele pode ser o
que quiser. Ou quem sabe se ele possuir
aquele celular que mostra na propaganda um cara super-descolado, no meio de uma
festa com muitos amigos recebendo mandando torpedo para as gatinhas, quem sabe
as coisas não mudam. As propagandas são os sonhos dos humanos revelados.
Toda
essa propaganda diz respeito ao sistema financeiro capitalista, que visa o lucro, onde parte dos agentes são multimilionários
de todo o mundo, e moldam as necessidades das pessoas que mal informadas, são
basicamente estimuladas para o consumo, vivendo dentro de uma caverna, como já
descrevia Platão, através das necessidades do ”mercado” (que é muito
influenciado pelos multimilionários e seu comportamento depende dos interesses,
lucros e das perdas destes multimilionários.
Este
sistema vem se aperfeiçoando tanto que já existem debates se seria mesmo um
sistema capitalista, já que é muito mais agressivo e lida com quantias muito
mais altas, tão altas que podemos pensar em milhões, triliões, mansões, iates,
helicópteros, aviões, e todos os símbolos distintivos que só dinheiro poderia
proporcionar, como fama (pertencer a um grupo), como poder (ser reconhecido no
grupo) e status (a auto realização).
A
busca desenfreada por lucros vem alterando o comportamento das pessoas fazendo
com que estas também se transformem em produtos, que sejam sempre compráveis,
mantendo-se com uma aparência desejável , interessante para este mercado. Como
diz Zygmunt Bauman:
“Na sociedade de consumidores ninguém pode
se tornar sujeito sem primeiro virar mercadoria, e ninguém pode manter segura
sua subjetividade, sem reanimar, ressuscitar e recarregar de maneira perpétua
as capacidades esperadas e exigidas de uma mercadoria vendável. “ Pág. 22
E
em meio disso vivemos ainda procurando suprir as nossas necessidades que são
tão simples e não necessitam de nenhuma tecnologia para serem supridas, mas
quem nos explica isso? Os filósofos há muito tempo dizem que procuramos a
felicidade nos lugares errados. A
tecnologia é boa, mas está sendo usada, vendida e pensada de uma forma que não
supre realmente as necessidades do humano, só parecem suprir
temporariamente. Mas como disse as
nossas necessidades são simples e simplicidade não gera lucro, não tem vendas,
não tem produtos, não tem sistema capitalista, não tem “mercado”. E o sucesso desse modelo se dá pelo
convencimento das pessoas através dos meios de comunicação, através de pessoas
muito ricas, que são admiradas, idolatradas, saem do anonimato e suas roupas
são imitadas, sua trajetória, são “exemplos” de humano vencedor, o que todo o
humano deve querer ser. Mas que talvez nunca chegue a ser, pois muitas vezes a
riqueza vem de forma obscura e pouco conhecida, aquele que vê pensa que o outro
ficou rico porque trabalhou muito para isso, por “mérito”, quando na verdade
aquela pessoa utilizou e utiliza de outros meios fora do âmbito legal para
obter sua riqueza. Isso é outra questão
que ao invés de fazer o humano feliz só o deprime, pois por mais que trabalhe,
que estude nunca vai ter tanto dinheiro quanto um milionário que aparece na
revista Forbes. As redes sociais também são perigosas para a satisfação humana,
pois passasse a fazer parte de um mundo virtual, um não local, onde se pode ser
o que quiser, comprar o que puder, porém sempre chega a hora que temos que
mostrar a cara e decepcionar-se ou causar decepção, ou mais perigoso ainda
quando se passa acreditar naquele mundo e viver numa fantasia se anulando do
convívio social que vai suprir realmente suas necessidades, com relações de
afeto de verdade, ser aceito no grupo de verdade, ter satisfação. A rede social é vendida como meio de
aproximar as pessoas, mas muitas vezes acaba por afastar, diluir as relações pessoais
no espaço cibernético. As ideias individualistas também fazem parte deste
mundo, que baseado em pesquisas de comportamento prega que casais que moram
separados são mais felizes, porque pessoas sozinhas consomem mais, este é só um
exemplo. Também temos a banalização do
sexo e a mulher pode ser tida como objeto a venda e muitas passam a vida
tentando agradar o “mercado”, mudando seu jeito de ser, seu corpo e gastando
com muitos produtos milagrosos que prometem sucesso nas vitrines.
De
tanto se transformar para atender as necessidades do “mercado” para se
produzir, inventar negócios, vender e ganhar mais, acaba se criando uma nova
cultura como diz no livro de Gilles
Lipovetsky e Jean Serroy, A cultura mundo:
“A cultura passa a ser “um setor econômico em
plena expansão”, com excesso de oferta de bens mercantis e simbólicos que vão
dos livros à moda, das inovações tecnológicas ao design, da música à gastronomia.
”
E
a cultura do mundo se transforma numa cultura globalizada, sem fronteiras e seu
objetivo não é outro senão uma sociedade universal de consumidores. Não planeja suprir as necessidades das
pessoas, apenas apontar mais necessidades para as pessoas como forma de
preencher o vazio existencial e é de interesse que continue vazio, para que
prossiga o sistema. As pessoas estão
desorientadas com os valores mudando rapidamente, quem não se atualiza está
fora do grupo, quem não está na rede social não existe, quem está fora da moda
pode ser tratado com indiferença e arrogância por um grupo. O dinheiro, uma
profissão de sucesso, o bom carro, a boa casa, a mulher e o luxo são objetos,
símbolos distintivos, assim como celulares, marcas de roupas, estilo, moda. E o
que as grandes corporações e os que realmente ganham com o capitalismo esperam
das pessoas é que continuem acreditando neste sistema.
Esse
sistema trabalha para que essa cultura se reproduza cada vez mais e que gere
mais lucros. Nem que para isso seja
preciso buscar mão de obra escrava de crianças em outros países, nem que
precise destruir o meio ambiente, nem que precise que muitos morram envenenados
por produtos químicos a cada ano que passa. Nem que para isso tenham que drogar
toda a sociedade convencendo-a que a felicidade agora é vendida em
pílulas. Precisamos ser mais específicos
com o que realmente nos faz falta, pois as vezes são coisas que não estão a
venda. Antes de ir as compras deveríamos pensar nisso.
BIBLIOGRAFIA
CATTANI, Antônio
David. Desmistificação da Riqueza, 2014.
LIPOVETSKY,
Gilles e SERROY, Jean. A cultura mundo: Resposta a uma sociedade desorientada, 2008.
ZYGMUNT, Bauman.
Vida para consumo,2007.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Receita de Massa de Panqueca Deliciosa!
Utensílio necessários:
Liquidificador, frigideira antiaderente, uma xícara de chá e uma colher de sopa para medida.
Ingredientes:
1 dente de alho,
Folhas de manjericão ao seu gosto,
1 pitada de sal,
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
1 colher de sopa de azeite de oliva
Misture todos os ingredientes no liquidificador, coloque umas gotinhas de azeite de oliva na frigideira, leve ao fogo, coloque um pouco da massa de uma forma que cubra todo o fundo da panela com uma camada bem fina, espere uns 2 minutos, tenha confiança, comece a sacudir a frigideira e, e, e... Vire! Assim até ela ficar cozida dos dois lados e assim sucessivamente.
Recheie a gosto, pode ser com molho, com queijo, com molho e queijo, ou qualquer recheio que você quiser!
Esta massa rende 8 panquecas pequenas aproximadamente e fica verde, porém se você quiser que fique vermelha coloque um pedacinho de beterraba, e se quiser que fique amarela, um pedaço de cenoura... Também pode se adicionar a massa pimentão vermelho desidratado para enfeitar...
Por hoje é só
sábado, 27 de outubro de 2012
Seminário de Estudos Autonomia Indígena
Faustino é o Coin ( mais ou menos como o pagé) da aldeia Kaingang Porfir. Traços de índio, embora com alguma barba espalhada uniformemente pelo rosto, um senhor de uns 50 anos aproximadamente. Vestia camisa verde, calça social e chinelos de dedo. Quando se apresentou quase que não consegui entender o que dizia de tão baixo que falava, pensei em sugerir que "aumentasse o volume", mas quando percebi eu já estava sentada ao seu lado.
Ele nos disse que aproximadamente 150 índios vivem na aldeia, que tem bastante crianças. Sabe através dos avós, que antes do "descobrimento" do Brasil, não existiam doenças, nem dificuldade de conseguir alimentos. Que o branco olhava para o índio e achava que era um bicho e o índio olhava para o branco e achava que era um bicho. E rindo complementa: Eles se assustavam um do outro! E depois o índio que não queria morrer, tinha que fugir do branco e assim foi. Hoje ele é muito feliz em poder viver em paz com o branco, de falar sua língua. É somente após a criança aprender a falar kaingang que ela começa a aprender português, e dentro da aldeia se procura falar o kaingang para que a cultura não se perca.
Sobre a criação do homem e a religião:
Nos falou de Deus o criador de tudo, citou a história de Adão e Eva, que eles foram feitos de barro, que Eva teria sido feito da costela de Adão, que apesar de Eva ter pegado a maçã primeiro, Adão também comeu o fruto proibido e que quem pecou foi o casal. Ele só não sabia se foram índios ou brancos esse primeiro casal. Suponho eu que essa dúvida era muito mais nossa, afinal de contas de que cor é o barro? Uma clara contribuição cultural jesuítica que talvez, ao contar esta história, nunca tenha se questionado a respeito da cor do barro.
Cultura e conhecimentos, são passados pela oralidade, de pai pra filho, que a criança com 6 anos, já começa a ser ensinada e aos oito já pode ir "para o mato" para "campear" alguma caça, conhecer as plantas, os nomes dos pássaros. Ele citou que o pai dele o ensinava a acertar um bicho pequeno a 50 metros com arco e flecha.
Crianças são ensinadas a não brigar, mas que elas brigam e cada uma leva um puxão de orelha da sua respectiva mãe, na frente uma da outra e tem que seguir brincando sem brigas.
Valores
Não julgar sem conhecer, não matar nem machucar outra pessoa, pois partem do princípio que todos somos um, e se ferirmos o outro é a nós mesmos que ferimos e se matarmos o outro é a nós mesmo que matamos. Se não conseguimos amar qualquer outro ser é porque não amamos a nós mesmos.
Não brigar, porque ao brigar com alguém estamos brigando com a gente mesmo. Ouvir, pensar e depois responder. Há perguntas difíceis de responder e que a melhor resposta sempre vem depois que dormimos um pouco e descansamos a nossa cabeça. Tudo na vida tem o seu tempo, que temos que ter paciência.
De onde vem as doenças e os remédios
As doenças vem da falta de paciência, da ansiedade, que nos faz brigar, fazer coisas que não dão certo, e ficarmos doentes. Os remédios, para todas as doenças estão na natureza. Quando uma pessoa está doente ela procura o "Coin" (não sei como escreve) e ele conversa com a pessoa. Depois ele dorme pelo menos uns 20 minutos para sonhar com as plantas que serão procuradas por ele no mato e virarão o remédio, feito pelo próprio "Coin". Os sonhos são provenientes de Deus.
Preconceito e crítica
Existe o preconceito e a crítica, mas eles não se importam e gostam dessas pessoas mesmo assim, procuram conversar mais com quem não gosta deles, para dar a oportunidade desses os conhecerem. Crianças tem problemas na escola e por causa de preconceito de outras crianças, eles levam e buscam as crianças na aula.
Compreendi que ele não falava baixo, nós que falamos alto demais, e que os barulhos dos automóveis é que o faziam quase inaudível. Compreendi enfim a demora para sair todas as respostas e as demoradas pausas entre as frases. Nós é que falamos rápido demais sem pensar, queremos respostas rápidas que vem também sem pensar. Entendi o que é uma doença e que elas vem da impaciência, da intolerância. Que não devo ferir outra pessoa, pois é a mim mesma que firo... Entendi que não existem pessoas ruins, que existem pessoas que estão doentes e que não devem ser odiadas por isso, e nem devemos nos ofender caso nos ataquem, pois elas estão doentes... Apenas doentes! A maior lição de vida da minha vida num sábado de manhã!
domingo, 30 de setembro de 2012
Amigos bem próximos
Sempre tive animais de estimação, um gato, um cachorro, tive vários e hoje ao me lembrar de duas amigas que brigaram por que uma falou mal do gato da outra, tive uma dimensão maior deste assunto, de como esses animais são importantes e presentes na nossa vida. Na minha sempre foram... Quando eu era pequena eu lembro que eu tinha um gato amarelo que se chamava chuchu, um dia coloquei um casaco nele e ele foi embora e nunca mais voltou. Tive uma galinha chamada pezinho, que só depois de adulta que eu soube que comi ela sem saber, que crueldade. Ao lado da minha casa tinha um homem que tinha um macaco, o nome do homem era Osvaldo, ele tinha barba, era magro, usava óculos, o nome do macaco era chico e eu tinha medo dele. O chico era um macaco pequeno e magrinho, ficava comendo banana em cima da árvore, me olhando e fazendo barulhos estranhos...
Ainda na infância tive várias cocotas que se chamavam cocotas e eram muito queridas, só que sempre alguma coisa acontecia com elas, sempre a mesma coisa no caso: gatos. Tive um cachorro que o nome dele era loni e dai eu também coloquei um casaco nele e ele foi embora...
Depois que eu cresci tive dois cachorros que se odiavam, um era idiota e o outro sério demais, dai numa noite de natal o sério matou o idiota. Depois tive o lupi, onde eu ia ele ia, mordia os carteiros, tava sempre em confusão... Agora tenho o nene um gato preto e a preta, uma cadela imensa, bobalhona e preta que são os meus companheiros atuais.
Nunca comprei um animal, sempre ganhei, nunca tive animais de raça, sempre preferi os vira-latas, são mais autênticos. O nene eu encontrei na rua ele era muito pequeno e magrinho, tava com a perninha machucada, eu trouxe pra casa, agora ele é um gordo. A preta entrou no meu pátio e nunca mais saiu, também a vaga de cachorro tava vaga, o lupi tinha morrido a três meses e ela chegou e ficou, que fique!
Meu amigo teve um cachorro que eu não gostava porque ele não parava quieto, era muito eletrico e pulava na gente e lambia, o dior um yorkshire, dai agora ele tem outro que é um querido, mas é feio o tal de chiuaua, que ainda não tem nome. Gosto do gato da minha amiga também o shiva, um gatinho branco de olho azul que é um lindo e querido,que ainda não chegou a fase adulta.
Esse é um assunto que pouco relatamos, o mundo dos nossos laços com os animais, de como é essa relação e de como é bela.
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